Bullying é o assunto do momento, principalmente dentro das escolas, por esse motivo resolvi fazer uma sessão especial para esse assunto.
O primeiro tópico vai ser um esclarecimento do que é bullying e do que não é bullying.
A palavra bullying vem do verbo inglês bully que significa usar a superioridade física para intimidar alguém, é o famoso "valentão", "tirano"; o termo bullying tem sido usado em vários países e ele significa um conjunto de atitudes agressivas, crueis, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotado por uma ou mais pessoa contra uma outra, causando dor, angústia e sofrimento. As vítimas geralmente são pessoas consideradas pelo agressor mais fracas e frágeis e se tornam alvos de "brincadeiras" maldosas e na maioria das vezes intimidadoras.
O bullying apesar de estar em evidência nas escolas, ele pode se manifestar em qualquer lugar onde haja relações interpessoais, por exemplo no trabalho.
Segundo Adriana Ramos da Revista Nova Escola, para que a agressão se caracterize em bullying é necessário que a agressão ocorra entre pares, por exemplo colegas de trabalho ou colegas de classe, portanto conflitos entre aluno e professor ou aluno e gestor não são considerados bullying.
Para a doutora em psicologia educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Telma Vinha, o comportamento agressivo para ser considerado bullying deve apresentar quatro características básicas: 1. a intenção do autor em ferir o alvo, 2. a repetição da agressão, 3. a presença de um público espectador e 4. a concordância do alvo com relação à ofensa.
Em breve postarei mais informações sobre o bullying, como as características de quem sofre e de quem pratica, o que a escola e a família podem fazer, quais as consequências desse ato e caso vocês queiram o esclarecimento de algo em especial é só mandar a pergunta que terei prazer em respondê-la.
Renata Fernandes Moreira
Psicóloga - CRP 06/79167
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